Seleção japonesa garantiu a segunda colocação do Grupo F e enfrentará o Brasil na próxima segunda-feira; Suécia também avança entre os melhores terceiros colocados.
O Brasil já conhece seu adversário nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Após empatar em 1 a 1 com a Suécia, nesta quinta-feira (25), o Japão assegurou a segunda colocação do Grupo F e enfrentará a Seleção Brasileira na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.
A liderança da chave ficou com a Holanda, que venceu a Tunísia por 3 a 1 e terminou a fase de grupos com sete pontos. Já a Suécia, mesmo com o empate, garantiu classificação ao mata-mata como uma das melhores terceiras colocadas e agora aguarda a definição de seu próximo adversário.
Em Dallas, diante de mais de 70 mil torcedores, a partida foi bastante equilibrada. Após um primeiro tempo sem gols, o Japão abriu o placar aos dez minutos da etapa final. Ritsu Doan encontrou Daizen Maeda dentro da área, e o atacante finalizou com precisão para colocar os japoneses em vantagem.
A resposta sueca veio poucos minutos depois. Anthony Elanga recebeu na entrada da área e acertou um belo chute no canto do goleiro Zion Suzuki, deixando tudo igual.
Nos minutos finais, a Suécia pressionou em busca da virada, mas encontrou pela frente uma grande atuação do goleiro japonês. Suzuki realizou importantes defesas nos acréscimos, impedindo que Isak e Elanga marcassem o segundo gol e garantindo a classificação da equipe asiática.
O confronto entre Brasil e Japão marca um reencontro das duas seleções em Copas do Mundo. O único duelo ocorreu em 2006, na Alemanha, quando a Seleção Brasileira venceu por 4 a 1 ainda na fase de grupos.
Apesar do histórico amplamente favorável ao Brasil — com 11 vitórias em 14 confrontos oficiais —, o retrospecto recente serve de alerta. No último encontro entre as equipes, em amistoso disputado em outubro de 2025, em Tóquio, os japoneses venceram por 3 a 2.
A expectativa agora é de um duelo equilibrado nas oitavas de final, reunindo a tradição brasileira e a organização tática da seleção japonesa, que chega embalada por uma campanha consistente na fase de grupos.
(Da Redação do IGU News)




