Mudanças no Primeiro Escalão da Prefeitura de Foz do Iguaçu.
O general ouviu, ainda que tardiamente, o clamor das ruas. O prefeito até tentou resistir às críticas, mas acabou vencido por um fato simples: quando há trabalho, o resultado aparece.
A nova equipe de tapa-buracos, mesmo com poucos recursos e de forma ainda tímida, em poucos dias começou a mostrar serviço. Os buracos começaram a desaparecer e, sob a liderança do engenheiro civil Rubens, a cidade voltou a respirar. Diante disso, não restou alternativa: Thaís Escobar foi exonerada da Secretaria de Obras. Teve tempo, teve oportunidade e não entregou.
Na Procuradoria, Arguello teve uma participação discreta demais para uma função estratégica. Muito marketing, poucos pareceres. Procuradores que pedem anonimato relatam uma preocupante “timidez” quando o assunto era trabalho. O resultado foi previsível: exoneração.
Já Aline, à frente da Foztrans, chegou cercada de expectativas, com superpoderes e uma grande indicação. Mas gestão não se faz com discurso. A pasta se destacou mais por perseguir trabalhadores do que por apresentar resultados concretos. Supostas licitações duvidosas acabaram levando a jovem a tirar férias — agora em casa.
A cidade respira. Só agora o prefeito parece, de fato, começar a governar. Que fique a lição: cargo não sustenta incompetência, e propaganda não substitui trabalho.
A partir de hoje, um novo tempo.
Parabéns, General.
PS: Thaís Escobar, exonerada da Secretaria de Obras, assumiu a insignificante Diretoria de Patrimônio do Município.


