Homem de 32 anos, conhecido apenas como “GG”, foi preso em sua casa. o grupo utilizava pessoas ligadas ao PCC (Primeiro Comando da Capital) como sócios de fachada e beneficiários de imóveis de alto valor.
A operação busca desarticular um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de bens envolvendo o grupo, que atua no mercado de distribuição de produtos eletrônicos de São Paulo para todo o Brasil.
As investigações apontaram que o grupo chegou aos valores bilionários em apenas sete meses. Além disso, foi constatado que as vendas dos produtos eram feitas pela plataforma principal. Porém, os pagamentos eram direcionados para empresas de fachada, que exerciam o papel de “contas de passagem”. Assim, as notas fiscais eram emitidas por outras empresa.
São cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e três de prisão em SP e SC; organização utilizava complexo sistema de desvio de fluxo financeiro para ocultar receitas da venda de eletrônicos. Na casa do suspeito preso, “GG”, a PF encontrou dois fuzis, duas pistolas, centenas de munições e dispositivos de segurança como portas blindadas, o que tornava a casa uma fortaleza de segurança.



